Sinais dos fins dos tempos

Porque sabia que o cristianismo seria modificado pelos homens com o passar do tempo, Jesus falou sobre os sinais que antecederiam o fim:

Jesus saiu do templo e, enquanto caminhava, seus discípulos aproximaram-se dele para lhe mostrar as construções do templo. “Vocês estão vendo tudo isto?”, perguntou ele. “Eu lhes garanto que não ficará aqui pedra sobre pedra; serão todas derrubadas”. Tendo Jesus se assentado no monte das Oliveiras, os discípulos dirigiram-se a ele em particular e disseram: “Dize-nos, quando acontecerão essas coisas? E qual será o sinal da tua vinda e o fim dos tempos?” Jesus respondeu: “Cuidado, que ninguém os engane. Pois muitos virão em meu nome, dizendo: ‘Eu sou o Cristo!’ e enganarão a muitos. Vocês ouvirão falar de guerras e rumores de guerras, mas não tenham medo. É necessário que tais coisas aconteçam, mas ainda não é o fim. Nação se levantará contra nação, e reino contra reino. Haverá fomes e terremotos em vários lugares. Tudo isso será o início das dores. Então eles os entregarão para serem perseguidos e condenados à morte, e vocês serão odiados por todas as nações por minha causa. Naquele tempo muitos ficarão escandalizados, trairão e odiarão uns aos outros, e numerosos falsos profetas surgirão e enganarão a muitos. Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará, mas aquele que perseverar até o fim será salvo. E este evangelho do Reino será pregado em todo o mundo como testemunho a todas as nações, e então virá o fim”. (Mateus 24-1-14)

Jesus afirmou que “Devido ao aumento da maldade, o amor de muitos esfriará” (v. 12). Parece um paradoxo, pois amor deveria se fortalecer ainda mais à medida que enfrenta oposição, mas infelizmente não é o que está acontecendo. Atualmente a iniquidade está aumentando ao nosso redor, os valores estão sendo distorcidos, e estamos nos acostumando com isso. Só percebemos as grandes atrocidades, já convivemos sem dar importância às pequenas maldades do nosso contexto.

Porém os planos de Deus eram outros, Ele é o amor em essência, todo o seu projeto, desde o início, tem a ver com o amor, por isso criou o homem e por isso planejou uma solução para quando ele pecou: enviou Jesus para morrer na cruz. A promessa da vida eterna é baseada no seu amor. Tudo por causa do seu imenso amor. Esfriar o amor dos cristãos faz parte do plano do nosso Inimigo. É Satanás que vem trabalhando ao longo dos anos para mudar os valores e princípios na cultura e, consequentemente, no nosso coração. Se deixarmos, Satanás pode nos mudar de dentro para fora e:

Mudar o nosso amor relacional. Jesus disse que seus discípulos seriam conhecidos pelo amor (João 13.35). Mas Satanás quer que fiquemos cada vez mais fechados em nós mesmos, desconfiados, individualistas e buscando o que nos agrada a todo custo. Assim vamos esquecendo que precisamos nos relacionar, perdoar e estar abertos. Jesus quer nos abençoar usando os irmãos como instrumento de Deus na nossa vida, mas se não estamos acessíveis, como isso será possível?

Mudar o nosso amor espiritual. Já não temos o mesmo amor pelas coisas de Deus, pela sua Palavra que transforma, pela sua Igreja, pelos momentos a sós com Ele e os que passávamos em sua presença reunidos com a nossa família nos nossos lares. Nem mesmo agradecemos a provisão que Ele traz às nossas mesas antes das refeições! Amar as coisas de Deus envolve obedecer ao chamado de seguir a Jesus, negar o nosso Eu, abandonar os valores distorcidos do mundo e deixar Jesus transformar o nosso caráter.

Mudar o nosso amor pela Verdade. Atualmente as pessoas não querem ouvir a verdade, preferem ser enganadas pelo que agrada os seus corações. Por isso as igrejas que pregam a prosperidade estão lotadas enquanto as que se apegam à Bíblia e ao ensino do que confronta os nossos corações tem poucos frequentes. Não caia no engano do Inimigo que diz que todos os caminhos levam a Deus! Jesus é o Caminho, a Verdade e a Vida, o Único que nos leva ao Pai.

Mudar o nosso amor pelo nosso semelhante. Estamos vivendo tempos tão complexos que o que era incontestável há cem anos hoje não é mais. O que antes era absurdo agora está se tornando normal porque Satanás tem trabalhado na cultura: as coisas são suavizadas, depois desmistificadas pela “autoridade” acadêmica, descriminalizadas, passam a ser advogadas e por fim legitimadas pela sociedade. Cuidado, não se deixe enganar, o que é errado para Deus continua sendo errado, a despeito do que os homens digam. Apegue-se aos princípios básicos que Ele nos deu por sua Palavra.

Não permita que Satanás aja na sua vida e mude o seu amor. Comprometa-se com Jesus e ame-o acima de todas as coisas, a despeito da maldade que se multiplica. Seja instrumento dEle para fazer as trevas recuarem. Não deixe o seu amor se esfriar!
 

Não fuja jamais da presença do Senhor

A gravidade é o que nos mantém presos à Terra, independente da posição que ela esteja, que varia de acordo com a hora do dia ou da noite e com as estações do ano. Podemos tentar nos desprender da Terra pulando o mais alto que conseguimos, mas vamos ser atraídos pela gravidade e ficar “colados” ao chão novamente.

A força da gravidade pode ser comparada ao amor de Deus. Ele, em sua infinita misericórdia e sabedoria, nos criou para vivermos em sua presença. Mas nos separamos dEle por causa dos nossos pecados. Apesar disso Ele continua nos atraindo, nos convidando para nos juntarmos a Ele. Foi o que Ele convidou Jonas a fazer:

A palavra do Senhor veio a Jonas, filho de Amitai com esta ordem: "Vá depressa à grande cidade de Nínive e pregue contra ela, porque a sua maldade subiu até a minha presença". Mas Jonas fugiu da presença do Senhor, dirigindo-se para Társis. Desceu à cidade de Jope, onde encontrou um navio que se destinava àquele porto. Depois de pagar a passagem, embarcou para Társis, para fugir do Senhor. (Jonas 1.1-3)

Deus tinha dado uma missão para Jonas, para pregar a mensagem de arrependimento a uma cidade que estava rebelde, que vivia na degradação espiritual. Jonas achava que o povo não merecia uma nova chance, por isso se recusou a ir para lá. Fugiu. Qual foi a consequência dessa fuga? Ele foi parar dentro da barriga do grande peixe. Depois de ser vomitado pelo grande peixe, ele vai até Nínive e prega. Eles se arrependem, pedem perdão, Deus se compadece, perdoa e o povo volta à presença de Deus. Apesar disso Jonas fica ressentido por Deus ter sido misericordioso (veja o relato completo no Livro de Jonas). Seu coração continuava endurecido.

Será que você não está também fugindo da presença do Senhor? Todas as vezes que fugimos da presença do Senhor saímos do campo gravitacional do amor, do perdão, do socorro bem presente e da paz infinita. Vamos em direção ao oposto, para o que agrada o nosso coração enganoso, e sofremos as consequências.

Não entre nessa! Busque a Deus de verdade. Porém todas as vezes que você vai em direção a Deus Ele lhe exorta, porque a santidade dEle revela os nossos pecados, as nossas intenções, e nos chama à melhoria. Em vez de fugir busque a presença de Deus.

Exponha-se ao Senhor. Procure os ambientes e as pessoas que estejam envolvidas com Ele. Exponha-se à igreja, à parceria dos irmãos, às orações, às pregações e às músicas que te aproximem dEle. Busque o crescimento, leia coisas que te edifiquem, mantenha a comunhão. Escolha Deus. Não se envergonhe dEle, pois Ele já sabe de todas as coisas, acompanha cada um dos seus passos e te convida para desfrutar da presença constante dEle, por onde for.

Entregue-se ao Senhor. Se expor é parte do processo, mas sem que você se entregue a Ele não pode experimentar o “Entregue o seu caminho ao Senhor; confie nele, e Ele agirá” (Salmo 37.5), nem “experimentar e comprovar a boa, agradável e perfeita vontade de Deus” (Romanos 12.2). Quando você se entrega tem início o processo de ajustes para que a vida seja moldada de acordo com o padrão de Deus. É um processo que vai contra o nosso eu, mas vale a pena porque abre caminho para as bençãos.

Submeta-se ao Senhor. Deus quer a nossa vida por completo, quer ter acesso a todas as áreas dela para que realmente se torne Senhor da sua vida. Essa submissão vai contra o nosso coração pecaminoso, mas o quebrantamento traz a restauração e a nova vida, a vida abundante que Deus sonhou e planejou que vivêssemos. Ele te convida para buscar, viver e desfrutar da presença dEle porque tem grandes coisas a fazer na sua vida.

Deus já tomou a iniciativa. O que você vai fazer em resposta? Não fuja! Escolha a presença do Senhor!

Combatendo a apatia

Podemos definir a apatia como uma indiferença que nos paralisa, não nos deixa avançar. Ela pode nos acometer em diversas as áreas, se não cuidarmos acabamos ficando apáticos com relação à nossa saúde emocional, à nossa saúde física, aos estudos e à qualidade do tempo com amigos e família. E pior, podemos nos tornar espiritualmente apáticos!
A Bíblia relata sobre um tempo de apatia que assolou Jerusalém. Por ter sido atacada diversas vezes a cidade estava com os muros e as portas destruídas havia décadas, e isso significava que o povo estava desamparado. Apesar do perigo iminente eles estavam apáticos e já não prestavam mais culto ao seu Deus. Quando Neemias, que trabalhava em uma cidade distante, recebe essa notícia, ele senta, chora, lamenta, jejua e ora. Ele se quebranta e depois de orar se levanta para agir, busca apoio do senhor a quem servia e com a direção recebida de Deus volta à sua cidade para reconstruir os muros e exortar o povo de Deus (confira o relato no Livro de Neemias, especialmente os capítulos 1 e 2).
Hoje não é diferente. Vivemos em um país extremamente religioso, mas ao mesmo tempo extremamente apático. O povo está distante de Deus e cada dia se volta mais para si mesmo, buscando sua própria vontade. E por se envolver com o pecado se distancia cada vez mais de Deus. Ao invés de tentar nos adequar ao que Deus quer tentamos ajustar a Bíblia e adaptar o que ela diz ao nosso jeito de agir e ver as coisas, assim legitimamos o que é errado na sociedade, na política, na família, na academia, em busca do hedonismo desenfreado. Como Neemias fez precisamos:
Combater a apatia espiritual em nossa própria vida. Ao invés de autoengano temos que nos confrontar. Olhe para dentro do seu coração e avalie: “Será que eu não entrei numa apatia espiritual?”. Encare o seu eu. Será que você tem dado mais valor para outras coisas ao invés de priorizar as coisas de Deus? Será que as Escrituras têm mesmo valor para você? Você tem se entristecido de verdade pelos seus pecados, pedido perdão e lutado contra eles diariamente? Combater a apatia tem que ser um imperativo primeiramente pra você mesmo, só assim a sua vida cristã vai ser ascendente, um constante crescimento, e você vai poder ser melhor hoje do que foi ontem.
Combater a apatia espiritual da sociedade e da nação. Se não fizermos isso vamos continuar sendo destruídos e enfraquecidos. Pode até parecer que está tudo bem, mas não está, infelizmente muitas vezes não nos damos conta disso. Temos que ser instrumentos de Deus, usados para mostrar às pessoas ao nosso redor a verdade, para levá-las até o Pai, orando e intervindo de forma a combater a apatia espiritual ao nosso redor. Somente se deixarmos o individualismo de lado podemos nos revestir de coragem e confrontar a nossa família, vizinhos, colegas de escola e trabalho, cumprindo assim o propósito de Deus para as nossas vidas: abençoar os que nos cercam.
Combater a apatia espiritual da própria igreja. É sua responsabilidade zelar para que a apatia não interfira na dinâmica espiritual da sua igreja. Como Neemias orou você também deve orar, mas logo ele agiu, colocou seus dons à disposição de Deus para serem usados para a glória dEle e em favor do Seu povo. Ele colaborou com a reconstrução da sua cidade, mas especialmente com a restauração da adoração a Deus. Você é parte do Corpo e se Jesus não tem sido o centro da sua igreja é sua responsabilidade fazer com que Ele volte a ser o principal novamente.

Você foi desafiado a deixar a apatia de lado, o que vai fazer agora? Está disposto a combater a apatia espiritual que te envolve, que te cerca e que atinge à sua igreja?

Recebendo alívio pela fé


Certa vez, houve uma mulher que colheu o fruto do alívio, usando o instrumento da fé. A história dela se cruza com outro relato no qual também houve alívio. A experiência de tal mulher se entrelaça com a história de um pai aflito, Jairo, dirigente da sinagoga, que recebeu alívio da dor e do medo de ver sua filhinha morrendo. Eis o relato sobre a mulher:

 Estava ali certa mulher que havia doze anos vinha sofrendo de hemorragia. Ela padecera muito sob o cuidado de vários médicos e gastara tudo o que tinha, mas, em vez de melhorar, piorava. Quando ouviu falar de Jesus, chegou por trás dele, no meio da multidão, e tocou em seu manto, porque pensava: “Se eu tão-somente tocar em seu manto, ficarei curada”. Imediatamente cessou sua hemorragia e ela sentiu em seu corpo que estava livre do seu sofrimento. No mesmo instante, Jesus percebeu que dele havia saído poder, virou-se para a multidão e perguntou: “Quem tocou em meu manto?” Responderam os seus discípulos: “Vês a multidão aglomerada ao teu redor e perguntas: ‘Quem tocou em mim?’” Mas Jesus continuou olhando ao seu redor para ver quem tinha feito aquilo. Então a mulher, sabendo o que lhe tinha acontecido, aproximou-se, prostrou-se aos seus pés e, tremendo de medo, contou-lhe toda a verdade. Então ele lhe disse: “Filha, a sua fé a curou! Vá em paz e fique livre do seu sofrimento”. (Marcos 5.21-34)

No final de tudo, quando Jesus constatou que dele saíra poder e a mulher, mesmo com medo, se apresentou, ela ouviu do Mestre: “Filha, a sua fé a curou! Vá em paz e fique livre do seu sofrimento” (Marcos 5.34). Ah, certamente estas palavras soaram com bálsamo em um corpo e coração sofridos! Aquele sofrimento, por não menos que 12 anos, lhe causava vergonha, embaraço, opressão. Ela já havia tentado e esgotado as vias materiais de resolver o problema (Marcos 5.26).

Então, ela crê que o ato de tocar em Jesus a curaria. Uma das pessoas no meio daquela multidão tinha fé em Jesus e Ele percebeu o toque de fé, o toque diferente dos demais, e olha que muitos O comprimiam! Muitos também O tocavam.

Estar no meio da multidão nem sempre é sinônimo de fé. Aquela mulher se diferenciou dos outros, como? Vejamos sua atitude passo a passo:

O texto nos conta que a mulher ouvira falar de Jesus. Você também já deve ter ouvido falar de Jesus, mas observe se isto faz diferença ou não em sua vida, pois, para aquela mulher, isto fez toda a diferença. Porém, ela considerou que ouvir falar dEle ainda não era o suficiente.

Ela deu um passo além: apesar das dificuldades, ela foi até Ele e O tocou. Ela estava doente, possivelmente fraca, sujeita ao preconceito, no meio de uma multidão, mas mesmo assim ela decidiu ir. Se você ouve falar de Jesus, mas não vai até Ele, nada adianta. Aproveite as oportunidades que Deus lhe dá de ir até Jesus sem estar imerso em circunstâncias extremas como a daquela mulher.

Finalmente, ela não apenas foi e tocou, mas o fez pela fé, crendo que Ele poderia curá-la. Então, ela ouviu do próprio Jesus que sua fé foi um instrumento para receber alívio. Cristo oferece possibilidades de transformação do sofrimento em alívio. No entanto, assim como na vida da mulher, é preciso ouvir sua voz: “vinde a Mim”, decidir se colocar no caminho e, pela fé, estender as mãos. O Senhor Jesus reconhecerá, mesmo no meio de tantos outros que O tocam, o seu toque de fé. Vá! Não espere mais!

Ser como criança

Uma passagem muito conhecida na Bíblia relata o episódio em que Jesus acolheu as crianças e repreendeu seus discípulos. Os discípulos acharam que as crianças atrapalhariam o Mestre naquele momento em que Jesus ensinava à multidão. Veja:
Alguns traziam crianças a Jesus para que ele tocasse nelas, mas os discípulos os repreendiam. Quando Jesus viu isso, ficou indignado e lhes disse: "Deixem vir a mim as crianças, não as impeçam; pois o Reino de Deus pertence aos que são semelhantes a elas. Digo-lhes a verdade: Quem não receber o Reino de Deus como uma criança, nunca entrará nele". Em seguida, tomou as crianças nos braços, impôs-lhes as mãos e as abençoou. (Marcos 10.13-16)
Jesus afirmou que precisamos ser como as crianças. Mas não é fácil ser como uma criança! Nascemos, passamos pela infância e com o tempo percebemos que não somos mais tão inocentes. Como forma de defesa “criamos maldade para ficarmos mais espertos”. Então na vida adulta o pecado vai tomando conta do nosso coração. Por isso, se pensarmos sobre o passado perceberemos que éramos felizes quando crianças e não sabíamos.
Em outra passagem bíblica o Mestre ensina:
Naquele momento os discípulos chegaram a Jesus e perguntaram: "Quem é o maior no Reino dos céus?" Chamando uma criança, colocou-a no meio deles, e disse: "Eu lhes asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no Reino dos céus. Portanto, quem se faz humilde como esta criança, este é o maior no Reino dos céus." (Mateus 18.1-4)
Temos que ser como crianças. Mas em quê?
Ser como criança na inocência e na humildade. Não é possível viver como adulto e herdar o Reino dos Céus. Muitas vezes ficamos apenas seguindo rituais religiosos e tentando enganar a nós mesmos. É preciso muito mais, temos que nos converter dos nossos maus caminhos, deixar o nosso coração ser quebrantado por Deus para sermos livres do orgulho, da maldade, da fofoca e da mentira. Só assim poderemos herdar a vida eterna.
Ser como criança na confiança. Eu e você devemos ser como filhos que confiam nos pais. A confiança é resultado de um relacionamento, de conhecer profundamente quem está cuidando de nós. Só desenvolveremos essa confiança em Deus se O conhecermos de verdade. Não basta apenas frequentar reuniões religiosas. Temos que nos relacionar com Ele diariamente. Através desse relacionamento saberemos que podemos confiar e obedecer aos Seus mandamentos, porque Ele sabe o que é melhor para nós.
Ser como criança na inocência e na pureza. Jesus nos diz que temos que ter a alma pura. Temos que batalhar por isso, não é fácil. Dia após dia temos que nos livrar da maldade, da mágoa e de todas as impurezas. E isso só é possível com a ajuda de Deus. Precisamos nos arrepender, reconhecer as nossas limitações e pedir perdão para sermos limpos pela graça do Pai. Com a ajuda dEle podemos manter a nossa inocência e pureza.
Atrair a atenção do Pai. Um pai conhece a voz dos seus filhos e é capaz de enxergá-los mesmo em meio à multidão. Da mesma forma Deus age com relação a seus filhos, conhece cada um deles muito bem. E você pode atrair a atenção do Pai falando com Ele através da oração, pedindo, agradecendo, e também pode atrai-lo com as suas tentativas de se superar. Atraia o Senhor dando um passo em direção a Ele, fazendo um compromisso com Ele.

Quer herdar o Reino dos Céus? Comece então a ser como uma criança agora mesmo, buscando a inocência e a humildade, confiando no Pai, buscando a inocência e a pureza, e atraindo a atenção do Pai. Seja como uma criança, com a ajuda dEle é possível!

Recebendo alívio do medo


Max Lucado, um renomado autor cristão, escreveu sobre o medo e concluiu: o medo não divide o seu lugar no coração com ninguém, onde há medo não há paz, nem alegria. Além disto, o medo, em doses nocivas, não faz nada produtivo: não salva casamentos, nem resolve problemas. A fé, por outro lado, assim como a coragem, produz resultados. Lucado reflete sobre um texto bem conhecido sobre o medo, algo que aconteceu entre Jesus e seus discípulos:
Entrando ele no barco, seus discípulos o seguiram. De repente, uma violenta tempestade abateu-se sobre o mar, de forma que as ondas inundavam o barco. Jesus, porém, dormia. Os discípulos foram acordá-lo, clamando: "Senhor, salva-nos! Vamos morrer!" Ele perguntou: "Por que vocês estão com tanto medo, homens de pequena fé?" Então ele se levantou e repreendeu os ventos e o mar, e fez-se completa bonança. Os homens ficaram perplexos e perguntaram: "Quem é este que até os ventos e o mar lhe obedecem?" (Mateus 8.23-27)
Vamos refletir sobre alguns pontos deste texto:
Os discípulos seguiam a Jesus, estavam no lugar certo, seguindo o Mestre, então teriam uma consequência feliz, certo? Não necessariamente, o texto diz que “de repente” a situação se tornou extremamente difícil. Sim, seguidores de Jesus enfrentam tempestades, eles também têm medo. Mas alguém presente na situação não parecia perturbado, a Bíblia diz que “Jesus, porém, dormia”, simples assim. As tormentas que abalam nossas vidas, não abalam nosso Mestre, mas mesmo assim o que isto nos ensina sobre o medo?
Na versão contada por Marcos assim está o relato: “Jesus estava na popa, dormindo com a cabeça sobre um travesseiro. Os discípulos o acordaram e clamaram: ‘Mestre, não te importas que morramos?” (Marcos 4.38). É como se dissessem: “Caso não tenha percebido, vamos morrer!”. Isso é o que tinham por certo. E o Senhor que tem poder para salvar está dormindo. O medo produz conclusões apressadas, quem disse que Jesus não se importava? Quem disse que Ele não faria nada? O medo corrói a confiança na bondade de Deus. O medo enfraquece a memória com relação ao que Deus já fez antes.
Além disto, o medo libera dúvidas e elas nos deixam com raiva, pois nos mostram que não podemos controlar tudo. Afinal quem pode? Este é o grande ensinamento, nosso Salvador pode. Ele se importa sim. Ele lida com o grande tremor com grande calma para mostrar quem está, de fato, no controle.
E antes de repreender o mar, Ele repreendeu o medo de seus discípulos, trazendo-lhes à memória que, embora o perigo estivesse presente, o Salvador também estava. Ele não os impediu de engolir um pouco de água do mar da Galileia, mas a tempestade não teve a palavra final. A última palavra foi proferida por Jesus: “sossegai”.
No fim das contas, eles não sucumbiram e você também não vai sucumbir porque Cristo comprou o seu “final feliz”, então você já sabe como tudo vai terminar. Seja a tempestade rápida ou duradoura, se você for até Jesus, não acabará sob as águas, mas sobre elas. Confie nisto, e receba dEle o alívio do medo!

Recebendo alívio do stress



Stress é um conceito da física que significa a força aplicada a um determinado material superior à resistência oferecida por ele, a fim de preservar sua estrutura. Para a psicologia é uma pressão maior do que uma pessoa pode suportar até começar a ceder. E várias coisas podem nos causar stress: os estudos, o trânsito, a família, relacionamentos, a educação de filhos, doenças, dinheiro, o trabalho ou a falta dele... as fontes de stress que nos atingem são muitas!

Desde o começo dos tempos foi assim, há milhares de anos Moisés ficou estressado! Veja o relato do caso e como solucionaram:

No dia seguinte Moisés assentou-se para julgar as questões do povo, e este permaneceu de pé diante dele, desde a manhã até o cair da tarde. Quando o seu sogro viu tudo o que ele estava fazendo pelo povo, disse: "Que é que você está fazendo? Por que só você se assenta para julgar, e todo este povo o espera de pé, desde a manhã até o cair da tarde?" Moisés lhe respondeu: "O povo me procura para que eu consulte a Deus. Toda vez que alguém tem uma questão, esta me é trazida, e eu decido entre as partes, e ensino-lhes os decretos e leis de Deus". Respondeu o sogro de Moisés: "O que você está fazendo não é bom. Você e o seu povo ficarão esgotados, pois esta tarefa lhe é pesada demais. Você não pode executá-la sozinho. Agora, ouça-me! Eu lhe darei um conselho, e que Deus esteja com você! Seja você o representante do povo diante de Deus e leve a Deus as suas questões. Oriente-os quanto aos decretos e leis, mostrando-lhes como devem viver e o que devem fazer. Mas escolha dentre todo o povo homens capazes, tementes a Deus, dignos de confiança e inimigos de ganho desonesto. Estabeleça-os como chefes de mil, de cem, de cinqüenta e de dez. Eles estarão sempre à disposição do povo para julgar as questões. Trarão a você apenas as questões difíceis; as mais simples decidirão sozinhos. Isso tornará mais leve o seu fardo, porque eles o dividirão com você. Se você assim fizer, e se assim Deus ordenar, você será capaz de suportar as dificuldades, e todo este povo voltará para casa satisfeito". Moisés aceitou o conselho do sogro e fez tudo como ele tinha sugerido. Escolheu homens capazes de todo o Israel e colocou-os como líderes do povo: chefes de mil, de cem, de cinqüenta e de dez. Estes ficaram como juízes permanentes do povo. As questões difíceis levavam a Moisés; as mais simples, porém, eles mesmos resolviam. Então Moisés e seu sogro se despediram, e este voltou para a sua terra. (Êxodo 18.13-27)

E hoje, como devemos lidar com o stress? Jesus diz: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.” (Mateus 11.28). Veja alguns conselhos bíblicos:

Obedeça os limites biológicos e emocionais que a vida impõe a você. Reconheça sua finitude. Há um limite para o que você consegue fazer, mesmo que o mundo exija demais, como se você conseguisse fazer “tudo junto ao mesmo tempo agora”. Seu corpo e sua mente tem um limite. Jesus nos instrui: “Não se amoldem ao padrão deste mundo” (Romanos 12.2). Estabeleça metas de acordo com o padrão de Jesus para sua vida.

Busque mais orientação para a sua vida na Palavra de Deus, ao invés de no que o mundo produz. Entenda que você foi criado para um propósito específico. Qual é o segredo para ser bem sucedido? “Não deixe de falar as palavras deste Livro da Lei e de meditar nelas de dia e de noite, para que você cumpra fielmente tudo o que nele está escrito. Só então os seus caminhos prosperarão e você será bem sucedido”. (Josué 1.8). Busque na Bíblia, o nosso Manual, as instruções para tomar as decisões que precisa.

Você deve reorganizar a sua agenda com a presença de Jesus nela. Ele quer fazer mais parte do seu dia a dia de forma prática, quer carregar o fardo que te sobrecarrega no seu lugar, tomar as suas preocupações. Vá até Ele mais vezes durante o dia, deixe que Ele influencie as suas ações e decisões. Você só se beneficiará com isso, porque quanto mais Ele participa, mais alívio Ele produz.

Livre-se do stress obedecendo aos seus limites biológicos e emocionais, buscando a orientação de Deus para sua vida e reorganizando sua agenda, de forma que Jesus esteja mais presente nela. Receba o alívio!

Recebendo alívio da depressão


A depressão é considerada a doença do século. Resultado de famílias contemporâneas fragmentadas, muitas pessoas lutam contra ela diariamente. Mas não é uma coisa nova, homens influentes da Bíblia fizeram registros na Bíblia a respeito. Apesar disso, há falta de compreensão e preconceito porque muitos acham que a depressão é consequência da falta de fé. A depressão não é só um problema espiritual, e também não é uma “frescuragem”.


Todas as pessoas são passíveis de entrar em depressão, pessoas de Deus, que servem ao Senhor com sinceridade, também podem entrar em crise profunda. Não podemos ignorar o fato de que, provavelmente, em algum momento das nossas vidas, vamos ter que encará-la.

Você se sente cansado e oprimido pela depressão? Jesus convida: “Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mateus 11.28). Jesus está disposto a nos ajudar, mas temos que ir até Ele, amar a Deus com toda a nossa alma, coração e entendimento.



Às vezes caímos no erro de não considerarmos a ação de Deus nas nossas vidas, confiando apenas em médicos ou remédios, ou desprezamos a importante ação dos recursos humanos e esperamos somente a ação de Deus. As duas coisas são importantes e essenciais, temos que buscar o equilíbrio, ter discernimento. Ele pode usar e usa os recursos que são fruto da sua graça aos homens.


Podemos usar algumas armas para lutar contra a depressão:


. “A fé é a certeza daquilo que esperamos e a prova das coisas que não vemos” (Hebreus 11.1). Ela pode ser uma arma poderosa na vida dos cristãos de hoje, se a usarmos. A fé traz cura biológica, psicológica e emocional. Não devemos alimentar nem retroalimentar a depressão, ao invés de nos isolar e afundarmos ainda mais na crise temos que depositar a nossa fé aos pés de Jesus, Ele produz alívio sobre a depressão, mas a nossa parte é ir até Ele para receber alívio.


A ajuda de alguém. Há séculos atrás o apóstolo Paulo deu um importante conselho que ainda hoje é muito atual: Habite ricamente em vocês a palavra de Cristo; ensinem e aconselhem-se uns aos outros com toda a sabedoria” (Colossenses 3.16). Deus usa pessoas como instrumento de alívio na nossa vida. Procure a ajuda de alguém, um amigo de confiança, uma pessoa madura que possa ouvir suas angústias e te aconselhar, orar com você e te acompanhar nesse processo. Se for preciso, procure ajuda profissional, Deus, através da sua graça e infinita misericórdia, capacita pessoas para propor uma intervenção sábia na sua vida. Não despreze isso.


Entrega pessoal. Reconheça seus limites e incapacidades e que Deus pode ajudar você. Não pense que você sozinho vai conseguir vencer a depressão, você é completamente dependente, precisa permitir que o Consolador te conduza ao refrigério, que o Bom Pastor te guie até os pastos verdejantes e às águas tranquilas. Vá até Ele para que Ele produza descanso na sua vida, o descanso não vem pelas suas mãos, vem através da sua entrega. Deixe as barreiras da resistência caírem. Aceite o convite de Jesus e confie nEle.


Você receberá alívio da depressão colocando a sua fé aos pés de Jesus, com a ajuda de alguém e se entregando a Jesus. Receba o alívio.

Assista o vídeo que deu origem a este Vivendo Melhor.


Recebendo alívio da mágoa, do ressentimento e do rancor

Mágoa, ressentimento e rancor são emoções humanas que refletem a nossa natureza caída. Guardamos estas emoções no coração como revides emocionais e espirituais contra um mal percebido. É uma tentativa de pagar o mal com o mal, pois as respostas são tão nocivas quanto o mal causado. Elas nos cansam, nos oprimem e nos aprisionam, às vezes por anos!
Você se sente oprimido pela mágoa, pelo ressentimento ou pelo rancor? Jesus convida: “Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mateus 11.28). Precisamos ir até Jesus para ter alívio.
Pedro queria saber mais sobre isto. A regra não era “olho por olho, dente por dente”? Então, aproximou-se de Jesus e perguntou: “‘Senhor, quantas vezes deverei perdoar a meu irmão quando ele pecar contra mim? Até sete vezes?’ Jesus respondeu: ‘Eu lhe digo: não até sete, mas até setenta vezes sete’”. (Mateus 18.21, 22). O ensino de Jesus vai além dos cálculos matemáticos, pois quando perdoamos o “contador das ofensas” é zerado! E Jesus conta uma parábola para ilustrar:
"Por isso, o Reino dos céus é como um rei que desejava acertar contas com seus servos. Quando começou o acerto, foi trazido à sua presença um que lhe devia uma enorme quantidade de prata. Como não tinha condições de pagar, o senhor ordenou que ele, sua mulher, seus filhos e tudo o que ele possuía fossem vendidos para pagar a dívida. O servo prostrou-se diante dele e lhe implorou: ‘Tem paciência comigo, e eu te pagarei tudo’. O senhor daquele servo teve compaixão dele, cancelou a dívida e o deixou ir. Mas quando aquele servo saiu, encontrou um de seus conservos, que lhe devia cem denários. Agarrou-o e começou a sufocá-lo, dizendo: ‘Pague-me o que me deve!’ Então o seu conservo caiu de joelhos e implorou-lhe: ‘Tenha paciência comigo, e eu lhe pagarei’. Mas ele não quis. Antes, saiu e mandou lançá-lo na prisão, até que pagasse a dívida. Quando os outros servos, companheiros dele, viram o que havia acontecido, ficaram muito tristes e foram contar ao seu senhor tudo o que havia acontecido. Então o senhor chamou o servo e disse: ‘Servo mau, cancelei toda a sua dívida porque você me implorou. Você não devia ter tido misericórdia do seu conservo como eu tive de você?’ Irado, seu senhor entregou-o aos torturadores, até que pagasse tudo o que devia. Assim também lhes fará meu Pai celestial, se cada um de vocês não perdoar de coração a seu irmão”. (Mateus 18.21-35)


Assim Jesus nos ensina que não temos o direito de cobrar nenhuma ofensa, pois recebemos de Deus o perdão e temos que estendê-lo. Ensinando-nos a orar, Jesus diz: “Perdoa as nossas dívidas, assim como perdoamos aos nossos devedores” (Mateus 6.12). Precisamos compreender que o mal que guardamos nos prejudica também, a raiz de amargura começa no coração do próprio amargurado (cf. Hebreus 12.15). É um processo que tira o foco da vida e o coloca em torno do ofensor e de como revidar ou fazer com que ele sinta o mesmo que nos fez sentir.
Temos que ir até Jesus para receber alívio. Ele não nos dá oportunidade de guardamos mágoa, ressentimento ou rancor, nem nenhum registro do mal em nossos corações, por que:
Somos tão pecadores quanto o pecador que nos fez mal. Se olharmos para nossa vida de forma bem honesta, veremos que somos tão carentes do perdão quanto quem nos fez mal. Queremos misericórdia e perdão para nós, mas justiça para o outro, porém somos desesperadamente necessitados de perdão e não juízes.
O perdão é um remédio. Precisamos abrir mão das situações malignas e deixar Deus cuidar delas. Sem perdão não há cura, nem alívio. O perdão retira de nós a responsabilidade de julgar, condenar e executar a pena. Perdoar é libertar-se.
O perdão é uma atitude nossa e não de Deus. Deus não vai colocar “passivamente” o perdão no seu coração, você é a parte “ativa” em escolher perdoar. O perdão é uma escolha e uma atitude sua. Ele lhe ajuda e capacita, mas a decisão é sua.

Você receberá alívio da mágoa, do ressentimento e do rancor ao seguir a voz do seu Mestre Jesus. Perdoe! 

Assista abaixo o video com esta reflexão que você acabou de ler:


Recebendo alívio das preocupações e ansiedade



Vivemos em um tempo de pressão, seja por fatores pessoais, que nos são inerentes, como inseguranças, desequilíbrio emocional, dificuldade de concentração, frustrações, seja por fatores sociais, como as finanças, a violência, os relacionamentos desgastados, os prazos, as expectativas etc. A pressão nos assola. Por isso somos especialistas em nos preocupar, em trazer o futuro para o presente, em pré-ocupar a nossa mente. Também somos bastante ansiosos, e com isso afastamos a tranquilidade.
Você se sente oprimido pela preocupação e pela ansiedade? Jesus convida: “Vinde a mim todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei” (Mateus 11.28). Jesus nos oferece refrigério, auxílio, conforto, tranquilidade, descanso e alívio, é o que Ele nos promete.
O apóstolo Paulo foi um dos que atendeu a esse convite. Paulo foi preso em Roma e vivenciou um tempo muito difícil, passou por situações desumanas em um calabouço. Nessas circunstâncias ele aconselhou: “Não andem ansiosos por coisa alguma, mas em tudo, pela oração e súplicas, e com ação de graças, apresentem seus pedidos a Deus” (Filipenses 4.6). Parece contraditório que ele dissesse isso em tal momento, mas não, ele não estava em choque, nem com alguma síndrome, ele estava conectado Àquele que pode todas as coisas. E nos ensina que: Atendemos o convite de Jesus quando priorizamos a oração e a súplica ao invés de manter os pensamentos nas preocupações e nos problemas. Não perca a alegria nem o sono, mantenha o foco em Deus. Quanto maior a oração e a súplica, menor a preocupação e a ansiedade. Quanto maior a preocupação e a ansiedade, menor a oração e a súplica. Vá até Ele para receber alívio constante.
Certa vez, Jesus perguntou: “Quem de vocês, por mais que se preocupe, pode acrescentar uma hora que seja à sua vida?” (Mateus 6.27). De nada adianta nos preocuparmos e manter o foco nos problemas. Ele aconselha: “Busque, pois, em primeiro lugar, o Reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas” (Mateus 6.33). Atendemos o convite de Jesus quando buscamos o Reino de Deus e a sua justiça, ao invés de olharmos apenas para os nossos problemas. Devemos nos envolver com outras pessoas e ajudá-las nos seus problemas, e os maiores beneficiados seremos nós mesmos! A instrumentalidade da nossa vida na vida de outras pessoas traz grandes bênçãos, enquanto ministramos a outros, Jesus nos ajuda e age nas nossas vidas.
E, mais um conselho que Paulo dá: “Irmãos, tudo o que for verdadeiro, tudo o que for nobre, tudo o que for correto, tudo o que for puro, tudo o que for amável, tudo o que for de boa fama, se houver algo de excelente ou digno de louvor, pensem nessas coisas” (Filipenses 4.8). Atendemos o convite de Jesus quando ocupamos o nosso pensamento com o que vale a pena, ao invés de ocupar nosso pensamento com o que não é bom e nem proveitoso. Temos que intencionalmente preencher a nossa mente com coisas boas, planejar como melhorar nossa vida, saúde, relacionamentos, tudo. Se plantarmos o que é bom colheremos o que é bom.
Para atender o convite de Jesus para receber alívio você precisa antes recebê-lo na sua vida. Entregue-se à Fonte da Vida e desfrute de constante descanso.


Assista abaixo o video com reflexão que você acabou de ler: